sábado, 10 de novembro de 2012

Avaliação escolar

Avaliação escolar

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=NyV47Ty3JzA#!

Aqui está um vídeo sobre a avaliação...

AVALIAÇÃO NÃO É APENAS UMA NOTA, UM CONCEITO, AVALIAÇÃO É UM PROCESSO CONSTANTE,  NÃO DEVEMOS AVALIAR APENAS O EDUCANDO, MAS TAMBÉM O AMBIENTE EM QUE ELE VIVE!

By: Daniela Bortolini

sexta-feira, 9 de novembro de 2012


Olá Professores:

O tema avaliação é sempre um assunto polêmico na escola, pois de um lado tem o professor que precisa avaliar seus alunos, todos tantos aqueles “mais avançados” como os que têm mais dificuldades neste processo, de outro o sistema educacional, e de outro ainda a família que quase sempre quer questionar a avaliação que seus filhos receberam na escola e no processo escolar. Sendo assim aqui vão algumas perspectivas sobre a avaliação para que possa servir de ajuda neste momento para os educadores:

Para Libâneo (2004, p.253), a avaliação sempre deve ter caráter de diagnóstico e processual, pois ela precisa ajudar os professores a identificarem aspectos em que os alunos apresentam dificuldades. A partir daí, os professores poderão refletir sobre sua prática e buscar formas de solucionar problemas de aprendizagem ainda durante o processo e não apenas no final da unidade ou no final do ano.
A prática da avaliação pressupõe a relação entre professor, conhecimento e sujeito do conhecimento. Em outras palavras: a avaliação está vinculada ao que o professor considera conhecimento válido, útil, desejável e ao que o professor considera ser o processo de construção desse conhecimento. A perspectiva atual é a de considerar o aluno como construtor do seu próprio conhecimento e o professor como mediador e orientador desse processo.
Apesar de estarmos falando sempre do professor, é preciso não esquecer que a avaliação é um processo que interessa a todos, na escola. A tomada de decisões sobre a perspectiva de avaliação a ser realizada pela escola deve ser um processo coletivo, e, nesse sentido, interessa a toda comunidades escolar, inclusive à equipe gestora.
Nessa perspectiva, o objetivo das práticas avaliativas é promover a aprendizagem e o desenvolvimento do aluno. Os professores, certamente, não entrarão em classe para reprovar, mas para promover cada um dos alunos, e a escola como um todo deve oferecer as condições para que isso aconteça. A promoção do aluno, porém, não se identifica com aprovação automática, tão questionada pelos prejuízos que têm causado aos estudantes da rede pública de ensino, provocando a exclusão social. A promoção deve estar vinculada a uma aprendizagem efetiva e deve ser consequência de um trabalho pedagógico comprometido com a função social da escola. Isso significa trabalhar a favor do aluno, para que ele aprenda se torne competente, se torne um cidadão feliz, bem sucedido.

Nessa perspectiva a avaliação deve estar voltada para a aprendizagem do aluno (a aprovação é apenas uma consequência...) e para a sua inclusão nos processos escolares e na sociedade como ser ativo, autônomo, ético, informado, participante dos processos de produção e de melhoria social. Nesse caso, a avaliação será realizada para:
·     diagnosticar, ou seja, conhecer as condições de trabalho, as dificuldades e possibilidades do aluno;
·     melhorar as condições e subsidiar o curso da ação didática a cada etapa do processo, ou seja, corrigir distorções, indicar possibilidades, modificar estratégias;
·    tomar decisões referentes à necessária intervenção pedagógica (mudar materiais didáticos, rever metodologia, apoiar alunos com dificuldades etc).
Assim, somente tendo clareza sobre as práticas pedagógicas desenvolvidas na escola, poderão todos – gestores, professores, alunos e pais - dar um novo significado ao processo de avaliação, contribuindo, assim, para o cumprimento da função social da escola pública.



Espero que esse material ajude na hora de estar avaliando seu aluno, e lembre-se sempre, que a avaliação é um processo que deve ser constante amplo e sistematizado dentro da sala de aula, deve-se começar avaliar e conhecer o seu aluno desde o inicio do ciclo, e avaliar um aluno é sim comparar a melhora em seu desempenho e ascensão de conhecimento escolar, mas comparar a ele mesmo e a suas realizações e conquistas e nunca comparar um aluno com o outro, pois cada um tem seu tempo e sua maneira de aprender.
By: Larissa de Quadros.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Veja a charge a seguir: 


Com ela podemos analisar que o menino fica indignado com a nota que tirou, e ainda reclama para Mafalda que a professora não deveria ter lhe dado nota baixa, pois ele é um freguês da escola, ou seja, vai todos os dias para a escola e ainda tem que enfrentar as notas baixas que a professora lhe dá.


Segundo Ana Maria Avela Saul, a Avaliação educacional  acontece em três momentos, como ela mesma nos diz, o texto está dividido em três partes:

No primeiro momento, temos a: Trajetória histórica da avaliação educacional, o qual ela nos relata que: "A avaliação é uma constante em nosso dia-a-dia. Não aquela que fazemos ou que estamos comprometidos a fazer quando nos encontramos na Escola, mas um outro tipo, como aquele em que avaliamos impressões e sentimentos. (...) É assim que, nas interações cotidianas, em casa, em nossa trajetória profissional, durante o lazer, a avaliação sempre se faz presente e inclui um julgamento de valor sobre nós mesmos, sobre o que estamos fazendo, sobre o resultado de trabalhos.
Na ação escolar, a avaliação incide sobre ações ou sobre objetos específicos - no caso, o aproveitamento do aluno ou nosso plano de ação."
"Trazemos ainda uma forte marca norte-americana nas formas de trabalho, nos livros-texto, nas programações, nas ações de alteração curricular e, conseqüentemente, nas formas de avaliação."
"Vários autores conseguiram teorizar o cotidiano e a prática social, mostrando que as escolas possuem dentro delas, e a sociedade também, formas de resistência, no sentido de se oporem e recriarem a ideologia."

Em segundo momento a autora aborda o tema: Relação entre avaliação da aprendizagem e processo pedagógico "Os professores não estão satisfeitos (salvo exceções) com a avaliação que fazem. Querem melhorar o processo de avaliação e, mais ainda, consideram que mudando a avaliação melhora-se a qualidade de ensino."
"Porque a avaliação é intrinsecamente ligada ao processo pedagógico que nós estamos desenvolvendo. A avaliação faz parte desse processo, mas não podemos fazer o caminho inverso - ter a crença de que mudando o processo de avaliação, exclusivamente, melhora-se a qualidade da Educação."
"A avaliação deve ser melhorada sim, mas dentro do conjunto das práticas educativas do qual ela faz parte. Sem isto, não tem sentido trabalhar especificamente sobre a avaliação."
"A avaliação está-se tornando o centro da aula, em torno do qual tudo gira. Só que em vez de centralizar a ação nos processos de produção de conhecimento, de ensino-aprendizagem que envolvem as pesquisas e as relações professor-aluno, tudo é voltado para a avaliação."
"Por que a avaliação se tornou uma prática educacional tão poderosa? Ela faz o quê? Ela se tornou uma prática ameaçadora, uma prática autoritária. Mas ela não é isoladamente autoritária. Ela o é, porque está no bojo de um conjunto, de uma Educação entendida como transmissora de informações, que é igualmente autoritária."

E finalmente no terceiro momento, podemos conhecer e identificar em seu texto a: Avaliação enquanto diagnóstico do processo ensino/aprendizagem "Trabalhar com avaliação é importante, no sentido de que a entendamos vinculada a uma prática educacional necessária para que se saiba como se está, enquanto aluno, professor e conjunto da Escola; o que já se conseguiu avançar, como se vai vencer o que não foi superado e como essa prática será mobilizadora para os alunos, para os professores, para os pais."


By: Soraya Copatti Hartwig

quarta-feira, 7 de novembro de 2012


“O modelo classificatório de avaliação, onde os alunos são considerados aprovados ou não aprovados, oficializa a concepção de sociedade excludente adotada pela escola. O resultado da avaliação é considerado portanto, como uma sentença, um veredito oficial da capacidade daquele aluno que fica registrado e é perpetuado para o resto de sua vida. O mais triste porém é que a publicação dos resultados não revela o que o aluno conseguiu aprender, é um resultado fictício, definindo um perfil, pela cristalização desse falso resultado”. (Andréa Cristina Marques de Araújo).
Disponível em: http://www.ccuec.unicamp.br/revista/infotec/artigos/andrea_cristina2.html. Acesso em: 07 Nov. 2012.

A fala da autora mostra exatamente o modelo de avaliação classificatória que não é o correto para se fazer nas escolas, onde o modelo de avaliação a ser adotado deve ser aquele que valorize o que o aluno aprendeu, mas não comparando aos  outros e sim tomando o aluno como ser particular e analisar a evolução em seu nível de conhecimento, considerando sua aprendizagem e capacidade de absorção do conteúdo. Para complementar vejam esse vídeo que trata melhor do assunto, discutindo inclusive o conceito mais apropriado para avaliação e traz também sugestões de referências bibliográficas.
O PAPEL DA AVALIAÇÃO NA APRENDIZAGEM. http://www.youtube.com/watch?v=NyV47Ty3JzA&feature=related.

BY: JOCILENE MUCKE

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Avaliação escolar



AVALIAÇÃO

          A avaliação é uma ferramenta extremamente importante no processo de ensino aprendizagem. Através dela, os professores podem perceber se sua metodologia de trabalho foi eficaz e garantiu o aprendizado dos alunos, ou, se é necessário retomar os conteúdos de outra forma para garantir o sucesso do aluno.
          Para OLIVEIRA (2002, p. 253) “A avaliação do desenvolvimento infantil deve atuar como recurso para auxiliar o progresso das crianças”. A autora destaca ainda que:“A avaliação educacional requer um olhar sensível e permanente do professor para compreender as crianças e responder adequadamente ao “aqui-e-agora” de cada situação. Perpassa todas as atividades, mas não se confunde com aprovação/reprovação. Sua finalidade não é excluir, mas exatamente o contrário: incluir as crianças no processo educacional e assegurar-lhes êxito em sua trajetória por ele”.
            A avaliação realmente não tem a finalidade de excluir ninguém do processo educativo, mas, muitas vezes ela é utilizada de maneira errada e acaba sim excluindo aqueles que não conseguiram acompanhar o conteúdo e selecionando os melhores, os que se destacam e tiram as melhores notas nas provas.

            Segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (1998, vol. 1, p. 59) a avaliação deve ser entendida: “(...) como um conjunto de ações que auxiliam o professor a refletir sobre as condições de aprendizagem oferecidas e ajustar sua prática às necessidades colocadas pelas crianças. É um elemento indissociável do processo educativo que possibilita ao professor definir critérios para planejar as atividades e criar situações que gerem avanços na aprendizagem das crianças. Tem como função acompanhar, orientar, regular e redirecionar esse processo como um todo”.

            Ela deve ser processual e auxiliar no processo de aprendizagem, fortalecendo a autoestima das crianças, ao invés de desestimulá-las, promovendo sentimento de impotência e fracasso.
            A avaliação permite que as crianças acompanhem suas conquistas, dificuldades e possibilidades frente ao processo educativo. Deve ocorrer de forma sistemática e contínua promovendo a melhoria da educação.


REFERÊNCIAS:
Referencial curricular nacional para a educação infantil / Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental – Brasília: MEC/SEF, 1998.

OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.


ASSISTA TAMBÉM AO VÍDEO SOBRE AVALIAÇÃO ESCOLAR: http://www.youtube.com/watch?v=V7pX5U0zIB8

LEIA ESTE INTERESSANTE ARTIGO SOBRE AVALIAÇÃO ESCOLAR:


By: Luciane Malacarne

sexta-feira, 2 de novembro de 2012


O uso das tecnologias na educação vem sendo cada vez mais intenso,  não há como negar a utilização de certas ferramentas, mas a questão é como usá-las sem prejudicar o processo de ensino-aprendizagem. A respeito disso Andrade (2011) nos coloca que: “O desenvolvimento cognitivo do ser humano está sendo mediado por dispositivos tecnológicos, onde as novas tecnologias da informação e comunicação estão ampliando o potencial humano. Observa-se que a informação se disponibiliza através de tecnologias cada vez mais inovadoras, o que demanda novas formas de se pensar, agir, conviver e principalmente aprender com e através dessas tecnologias”.
No entanto nem educadores nem educandos devem esquecer-se que o uso dessas ferramentas tecnológicas devem ser somente algumas ferramentas dentre tantas que auxiliam no ensino e que não devem substituir o educador na construção do conhecimento. Com o intenso uso dessas ferramentas surge uma nova forma de aprender, que Moran (2009) nos diz o seguinte: “As empresas estão muito ativas na educação on-line e buscam nas universidades mais agilidade, flexibilização e rapidez na oferta de educação continuada. Os avanços na educação à distância com a LDB e a Internet estão sendo notáveis. A internet tirou da educação à distância o ar de isolamento, de atraso, de ensino de segunda classe”.
Mas com o uso cada vez maior dessas tecnologias na educação e o surgimento dessa nova forma de ensinar surge também uma importante questão, existe a possibilidade de o papel do professor ser extinto? Ele pode perder sua função na educação? Ficam ai duas questões importantes para vocês pensarem. By: Jocilene Mucke

REFERÊNCIAS: ANDRADE, Ana Paula Rocha. O Uso das Tecnologias na Educação: Computador e Internet. Disponível em: http://www.fe.unb.br. Acesso em: 02 Nov 2012.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Olá pessoal, estou aqui para mostrar a vocês uma entrevista super interessante para a revista Veja com: Guilherme Canela Godoi, onde ele aborda o tema:

Desafio aos professores: aliar tecnologia e educação.

Seja por meio de celular, computador ou TV via satélite, as diferentes tecnologias já fazem parte do dia a dia de alunos e professores de qualquer escola. Contudo, fazer com que essas ferramentas de fato auxiliem o ensino e a produção de conhecimento em sala de aula não é tarefa fácil: exige treinamento dos mestres. A avaliação é de Guilherme Canela Godoi, coordenador de comunicação e informação no Brasil da Unesco, braço da ONU dedicado à ciência e à educação. "Ainda não conseguimos desenvolver de forma massiva metodologias para que os professores possam fazer uso dessa ampla gama de tecnologias da informação e comunicação, que poderiam ser úteis no ambiente educacional." O desafio é mundial. Mas pode ser ainda mais severo no Brasil, devido a eventuais lacunas na formação e atualização de professores e a limitações de acesso à internet - problema que afeta docentes e estudantes. Na entrevista a seguir, Godoi comenta os desafios que professores, pais e nações terão pela frente para tirar proveito da combinação tecnologia e educação.


Qual a extensão do uso das novas tecnologias nas escolas brasileiras?


Infelizmente, não existem dados confiáveis que permitam afirmar se as tecnologias são muito ou pouco utilizadas nas escolas brasileiras. Censos educacionais realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) mostram que a maioria das escolas públicas já tem à sua disposição uma série de tecnologias. No entanto, a presença dessas ferramentas não significa necessariamente uso adequado delas. O que de fato se nota é que ainda não conseguimos desenvolver de forma massiva metodologias para que os professores possam fazer uso dessa ampla gama de tecnologias da informação e comunicação, que poderiam ser úteis no ambiente educacional.

Quais devem ser as políticas públicas para incentivar as tecnologias em sala de aula?

Elas precisam ter um componente fundamental de formação e atualização de professores, de forma que a tecnologia seja de fato incorporada no currículo escolar, e não vista apenas como um acessório ou aparato marginal. É preciso pensar como incorporá-la no dia a dia da educação de maneira definitiva. Depois, é preciso levar em conta a construção de conteúdos inovadores, que usem todo o potencial dessas tecnologias. Não basta usar os recursos tecnológicos para projetar em uma tela a equação "2 + 2 = 4". Você pode escrever isso no quadro negro, com giz. A questão é como ensinar a matemática de uma maneira que só é possível por meio das novas tecnologias, porque elas fornecem possibilidades de construção do conhecimento que o quadro negro e o giz não permitem. Por fim, é preciso preocupar-se com a avaliação dos resultados para saber se essas políticas de fato fazem a diferença.

As novas tecnologias já fazem parte da formação dos professores?

Ainda é preciso avançar muito. Os dados disponíveis mostram que, infelizmente, ainda é muito incipiente a formação de professores com a perspectiva de criação de competências no uso das tecnologias na escola. Com relação à formação continuada, ou seja, à atualização daqueles profissionais que já estão em serviço, aparentemente nós temos avanços um pouco mais concretos. Há uma série de programas disponíveis que oferecem recursos a eles.

Para os alunos, qual o impacto de conviver com professores ambientados com as novas tecnologias?

As avaliações mais sólidas a esse respeito estão acontecendo no âmbito da União Europeia. Elas mostram que a introdução das tecnologias nas escolas aliada a professores capacitados têm feito a diferença em alguma áreas, aumentando, por exemplo, o potencial comunicativo dos alunos.

As relações dentro da sala de aula mudam com a chegada da tecnologia?

O que tem acontecido - e acho que isso é positivo, se bem aproveitado - é que a relação de poder professor-aluno ganha uma nova dinâmica com a incorporação das novas tecnologias. Isso acontece porque os alunos têm uma familiaridade muito grande com essas novidades e podem se inserir no ambiente da sala de aula de uma maneira muito diferente. Assim, a relação com o professor fica menos autoritária e mais colaborativa na construção do conhecimento.

É comum imaginar que em países com um alto nível educacional a integração das novas tecnologias aconteça mais rapidamente. Já em países em desenvolvimento, como o Brasil, onde muitas vezes o professor tem uma formação deficitária, a incorporação seja mais lenta. Esse pensamento é correto?
Grandes questões sobre o assunto não se colocam apenas para países em desenvolvimento. É o caso, por exemplo, de discussões sobre como melhor usar a tecnologia e como treinar professores. O mundo todo discute esses temas, porque essas novas ferramentas convergentes são um fenômeno recente. Porém, também é correto pensar que nações onde as pessoas são mais conectadas e têm mais acesso a dispositivos devem adotar a tecnologia em sala de aula de modo mais amplo e produtivo. Outro fenômeno detectado no mundo todo é o chamado "gap geracional", ou seja, os professores não nasceram digitalizados, enquanto seus alunos, sim.

O senhor vê algum tipo de resistência nas escolas brasileiras à incorporação da tecnologia?
Não acredito que haja uma resistência no sentido de o professor acreditar que a tecnologia é maléfica, mas, sim, no sentido de que ele não sabe como utilizar as novidades. Não se trata de saber ou não usar um computador. Isso é o menor dos problemas. A questão em jogo é como usar equipamentos e recursos tecnológicos em benefício da educação, para fins pedagógicos. Esse é o pulo do gato.

Quais os passos para superar a formação deficitária dos professores?
A Unesco sintetizou em livros seu material de apoio, chamado Padrões de Competências em Tecnologia da Informação e da Comunicação para Professores. Ali, dividimos o aprendizado em três grandes pilares. O primeiro é a alfabetização tecnológica, ou seja, ensinamos a usar as máquinas. O segundo é o aprofundamento do conhecimento. O terceiro pilar é chamado de criação do conhecimento. Ele se refere a uma situação em que as tecnologias estão tão incorporadas por professores e alunos que eles passam a produzir conhecimento a partir delas. É o caso das redes sociais. É importante lembrar que esse processo não é trivial, ele precisa estar inserido na lógica da formação do professor. Não se deve achar que a simples distribuição de equipamentos resolve o problema.


Esse é um Vídeo super interessante que achei, e resolvi compartilhar com vocês.



By: Soraya Copatti Hartwig